Ainda é com estranheza que se olha para casais cujas diferenças são visíveis, estabelecendo-se essa dicotomia recorrendo a oposições velho/novo, alto/baixo, magro/gordo, preto/branco, formalmente vestido/casualmente vestido, portador de deficiência/ não portador de deficiência, e por aí fora. O Amor é ainda transversal a raças, a classes sociais, a religiões ou posições partidárias, a constituições físicas. Não é fruto de uma ponderada investigação e é imune a estereótipos; o Amor manifesta-se, tão-somente.